domingo, 30 de setembro de 2012

Sua importância econômica




A Bacia do Paraná é a que apresenta o maior potencial hidrelétrico instalado do país (70%), garantindo o abastecimento de energia elétrica para a Região Sudeste, a mais industrializada e populosa do Brasil, além da Região Sul e parte do Centro – Oeste. A proximidade dos grandes centros urbanos e as características físicas locais determina o seu grande aproveitamento.
Vale ressaltar que dada a grande utilização de seu potencial, ela encontra-se praticamente esgotada. Nesta bacia encontramos diversas hidrelétricas, entre elas Itaipu, a maior do país, na fronteira entre Brasil e Paraguai, responsável por 20% de toda a população de energia elétrica brasileira.

Seu potencial hidráulico


Com cerca de 880 mil quilômetros quadrados, a região hidrográfica do Paraná apresenta grande potencial hidrelétrico, abrigando uma das maiores usinas do mundo, a Usina Hidrelétrica de Itaipu

Regiões hidrográficas são espaços territoriais que compreendem uma bacia hidrográfica ou um conjunto de bacias com características naturais e socioeconômicas semelhantes. A região hidrográfica do Paraná é uma das doze regiões hidrográficas do Brasil, classificadas pelo Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH) com o intuito de planejar o uso racional dos recursos hídricos.

A vazão média de água da região hidrográfica do Paraná responde por 6,5% do total do país. Os rios que compõem essa região são o Paraná, Paranaíba, Grande, Paranapanema, Tietê, Iguaçu, Ivaí, Aporé, Pardo, Amambaí, Sucuriú, Dourados, Verde, etc. O principal rio é o Paraná, com extensão de 2.570 quilômetros, cuja foz é no Rio da Prata. O Rio Paranaíba é o segundo maior, percorrendo uma distância de 1.170 quilômetros

As águas desses rios abastecem milhões de habitantes, além de serem utilizadas nas atividades industriais e agrícolas. Outra função importante desses corpos d’água é a produção de eletricidade, por meio da instalação de usinas hidrelétricas. O potencial hidrelétrico é bastante aproveitado, gerando energia para quase todo o país. O grande destaque é a Usina Hidrelétrica de Itaipu, construída numa parceria entre Brasil e Paraguai, sendo considerada uma das maiores do mundo.

No entanto, a expansão urbana, o crescimento populacional (aumentando o consumo de água), as atividades agrícolas e industriais têm desencadeado uma série de problemas socioambientais na região hidrográfica do Paraná. Os maiores impactos são o desmatamento de áreas de cerrado e mata Atlântica, deficiente nos serviços de saneamento ambiental e poluição e assoreamento dos rios


Novo código florestal , vantagens e desvantagens




O Novo Código Florestal, como também é chamada a Lei N.º 4.771 de 15 de setembro de 1965, trata das florestas em território brasileiro e demais formas de vegetação, define a Amazônia Legal, os direitos de propriedade e restrições de uso para algumas regiões que compreendem estas formações vegetais e os critérios para supressão e exploração da vegetação nativa.
A Lei N.º 4.771 é chamada de “Novo Código Florestal” porque em 1934 já havia sido aprovado o “Código Florestal” (Decreto n.º 23.793) que, no entanto, não deu certo devido às dificuldades para sua implementação.

 Pontos Polêmicos

O Novo Código Florestal envolve ao menos três pontos polêmicos tensionados por interesses ruralistas e ambientalistas. Em primeiro lugar, os parlamentares ruralistas, hegemônicos no Congresso, vem atuando em prol de uma redução das faixas mínimas de preservação previstas pelas APPs (Áreas de Preservação Permanente). Os ruralistas também desejam obter permissão para realizar determinadas culturas em morros, o que é vedado pelas APPs. As zonas de RL (Reserva Legal) também são foco de debate, uma vez que os ruralistas pretendem favorecer uma redução das áreas de reserva. Por fim, ambientalistas questionam a Anistia para Desmatadores, que deixariam de pagar multas referentes a desmatamentos realizados após a promulgação da Lei de Crimes Ambientais (22 de julho de 2008).

Vantagens 
 As vantagens do Código Florestal: Para os ruralistas, haverá mais áreas disponíveis para o cultivo da agropecuária e da pecuária.

Desvantagens
 Para os ambientalistas, o Novo Código Florestal só trará desvantagens, pois o cultivo das áreas hoje preservadas poderá causar desmoronamento além de destruir a biodiversidade local.